OOO 2017 | Cedasb

Que 2018 seja como o “fulorar” do Sertão – Feliz Ano Novo ! ! !

Preparamos algumas imagens e falas de agricultores e agricultoras deixando sua mensagem de feliz ano novo para todos/as aqueles que nos acompanharam de alguma maneira nessa jornada do ano de 2017.

Venha 2018 com muita paz, saúde, justiça e coragem pra enfrentar as lutas que hão de vir…

Feliz 2018 minha gente !!!

 

 

Agricultores/as de Cordeiros assistidos pela ATER-Bahiater do CEDASB conhecem experiência do Banco de Sementes Crioulas

O Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia (CEDASB) de forma a contribuir de maneira sustentável com ações estratégicas e com o objetivo de demonstrar procedimentos de resgate, produção e multiplicação de cultivares de sementes crioulas para a garantia da segurança e soberania alimentar e nutricional de agricultores familiares realizou no dia 19 de dezembro um intercâmbio na comunidade Bom Jesus de Cima, no município de Bom Jesus da Serra.

Os agricultores da comunidade Mandacaru, município de Cordeiros e o Coordenador do Setaf do Território do Sudoeste Baiano foram conhecer o Banco de Sementes dos Sonhos, uma iniciativa da equipe técnica do Ater/Bahiater, juntamente com os agricultores que almejam implantar na própria comunidade um Banco de Sementes.

As visitas começaram pela propriedade da agricultora Jessi Meira, que trabalha com horta agroecológica, minhocario, biogeo e plantio em pneus. A agricultora Joana da comunidade de Mandacaru ficou impressionada com a horta: “isso aqui parece mais um jardim, é um paraíso”. “Estou radiante com o aproveitamento dos pneus, além de cuidar do meio ambiente, pode produzir muito bem, vou fazer lá na minha roça” mencionou Nilda de Mandacaru.

Posteriormente, os agricultores foram conhecer a experiência da Eliene Bispo, agricultora que atualmente trabalha com produção, consumo e comercialização de alimentos agroecológicos, artesanato, além da produção e seleção de sementes crioulas. Eliene declarou que antes ela não enxergava a propriedade dela como um meio de sobrevivência, mas a partir do momento que se envolveu com a comunidade e com as experiências de Jessi, percebeu que sua propriedade tinha potencial. Deixou de trabalhar de doméstica e juntou ao marido e filhos e começaram a produzir. Hoje toda a renda da família vem da produção da propriedade.

E a expectativa maior ficou por conta do Banco de Sementes dos Sonhos que foi apresentado pelo o Senhor Tico que fez uma retrospectiva da constituição do banco, destacando que o mesmo serve como garantia para os produtores rurais, pois as sementes podem sofrer com problemas climáticos, como a falta de chuva que pode prejudicar a safra, e tendo o banco de sementes os agricultores podem contar com as sementes armazenadas para recuperar a produção. Salientou que a comunidade está envolvida com procedimentos de resgate, conservação e multiplicação de cultivares crioulas. Os agricultores tiveram a oportunidade de conhecer uma grande variedade e diversidade de sementes crioulas. A comunidade distribuiu para o grupo visitante sementes crioulas produzidas pelas as famílias e respondeu a várias perguntas do grupo. Roque Guimarães, Coordenador do Setaf, salientou que estava muito contente em participar do intercâmbio e perceber que o Cedasb executa o trabalho que o estado almeja. Já Sr. Antonio da Comunidade de Mandacaru disse: “Tudo que visitamos hoje aqui é um exemplo para cada um de nós que viemos de Mandacaru para melhorar e aproveitar e aumentar a nossa produção. Essa é uma comunidade bem organizada e que mostrou que nós também podemos ter o nosso banco de sementes, basta a gente querer”

De acordo com Helena Paula, Engenheira Agrônoma e Coordenadora do Lote 38 ATER/Bahiater o intercâmbio atingiu sua finalidade de contribuir com o processo de formação dos agricultores através da troca de conhecimentos tradicionais, práticas agroecológicos e principalmente na implantação de um Banco de Sementes na comunidade do Mandacaru.

Texto – Helena Paula CEDASB         Imagens- Comunicação CEDASB

CEDASB PARTICIPA DA FORMATER/BAHIATER

O Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia (CEDASB) participou da oficina do Plano Estadual de Formação dos Agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (FORMATER), por meio da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), seguindo um Cronograma de Ações de Formação do Eixo I – Metodologias Inovadoras em Atividades de ATER, que aconteceu nos dias 12 a 14 de dezembro, no município de Vitória da Conquista.

Além dos técnicos dos Lotes 39/Bahiater e do Lote 14/Bahia Produtiva do Cedasb, estiveram presentes técnicos dos SETAF, Jovens do Primeiro Emprego, entidades executoras de Ater dos Territórios Sudoeste Baiano, Médio Sudoeste e Médio Rio de Contas. Com a presença das três modalidades de ATER: a direta, ofertada pelos técnicos da superintendência nos territórios; a indireta, com entidades selecionadas por meio de chamada pública (CEDASB, COOPERSUBA E CESAB); e Mais ATER, em parceria com as prefeituras municipais.

O momento foi ministrado pelos os facilitadores do Bahiater, Marilene, Célia e Mozar. A capacitação teórica abordou temas sobre a importância da formação de agentes de ATER, metodologias participativas, pedagogia da aprendizagem, ferramentas facilitadoras, dentre outros.

A prática ocorreu na comunidade da Lixa, no município de Vitória da Conquista, onde foi aplicada a Oficina DRP (Diagnóstico Rápido Participativo), contando com a presença da comunidade, dentre homens, mulheres e jovens, onde o Coordenador do SETAF/Bahiater Roque Guimarães, firmou compromisso com a comunidade para a continuidade do trabalho, destacou “Que o trabalho deve ser conjunto para a melhoria e o aumento da disponibilidade das políticas públicas”. “Apesar de ser apenas um momento de treinamento para os técnicos, agradecemos a presença de vocês na nossa comunidade, que muito necessita de um olhar diferente”, finalizou Ermita, Presidente da Associação da Lixa.

Texto – Helena Paula- CEDASB     Imagens – Arquivo CEDASB

 

Então é Natal ! ! !

Celebrar o Natal do Menino Jesus é renovar as forças e o coração para que o Menino Deus renasça no íntimo do nosso ser e na vida da nossa gente. As luzes e enfeites natalinos recordam essa alegria de preparar o ambiente para a chegada do Salvador, e mais do que preparar o ambiente com enfeites e luzes é necessário antes, preparar a manjedoura do nosso coração, afim de que Ele nasça e nos traga a luz em meio às trevas deste mundo de morte.

Jesus quis nascer pobre e no meio dos pobres para nos tornar ricos de sua graça. Foi junto com Maria sua mãe e José seu pai adotivo, que um pequenino retirante e romeiro da sobrevivência se tornou símbolo de resistência e sinal de esperança em meio a tirania dos reis e imperadores. Sem-terra, sem casa, sua pátria foi a Terra Santa e sua gente primeira foi sua família sagrada, o povo de Santo Reis e os animais ao seu redor. Esta é a lição que o Natal quer nos ensinar, resistência nas tribulações, a vivência na simplicidade e o enfrentamento de tudo aquilo que ameace a vida, sempre na luta em busca da libertação.

É Natal… É tempo de alegria, de nos prepararmos para a chegada do Salvador, de encontrarmos e nos reencontrarmos conosco mesmos/as, de fazermos as pazes com quem não falamos há um tempo e a apagar de verdade as mágoas do coração. É tempo de sorrir, dançar a folia de Santo Reis e fazer novas e verdadeiras amizades. É tempo de refazer as forças para o próximo ano e arrebanhar todas as coisas boas em nosso coração para que não fique uma brecha onde o mal possa se arranchar. Já é Natal nas quebradas do Sertão, e o menino Deus quer fazer morada no celeiro do nosso coração. Essa é a prece que nós do CEDASB desejamos para cada homem e mulher do campo e da cidade: UM FELIZ E ABENÇOADO NATAL ! ! !

MULHERES CAMPONESAS

Ser mulher no sertão

é unir doçura com facão

É Erguer-se na dor, e não desvalir

Na esperança de nas angústias não sucumbir.

 

A mulher do sertão é cheia de bravura

E no friviar das batalhas não perdem a ternura.

São Jessis, Valdas, Ildetes, Marias, Sandras, Delcis e Célias

Guerreiras do enfrentamento e das lutas sérias

 

Carregam água, filhos, marido, enxada, foice e lenha, se precisar

No seu lavoro, frescura não há.

Não são ajudantes dos maridos, e nem querem ser ajudadas por eles

Pois no companheirismo cada qual assume e executa seus deveres.

 

Então, ser mulher no sertão

É SER tão singular no plural

E plural no singular

É cotidianamente buscar o seu caminho

E também nele se encontrar.

Autoria – Eliane Almeida               Imagens – Arquivo CEDASB

 

O FRUTO DE UM INTERCÂMBIO E DE UMA PROFESSORA COMPROMETIDA

O intercâmbio realizado no município de Planalto proporcionado pelo CEDASB durante a execução do Projeto Cisternas nas Escolas já rendeu frutos. Na comunidade do Abade, no município de Cândido Sales, na ultima quinta feira, dia 07, a educadora Claudia Abreu resolveu difundir para as famílias dos seus educandos(as) e demais famílias da comunidade, a viabilidade de se reaproveitar as águas das residências no intuito de ter uma água alternativa para suprir, pelo menos, a demanda da plantação de hortaliças. Essa atividade idealizada e executada pela educadora teve o apoio da equipe técnica do CEDASB, que com muito carinho fez-se presente para contribuir nessa divulgação do BIOÁGUA CAATINGUEIRO, tecnologia popular de reaproveitamento das águas cinzas. Compreendemos que esse processo formativo e informativo imbricado nessa ação é um meio de fortalecimento desses agricultores(as) no âmbito da autonomia e gestão social dos recursos hídricos, proporcionando reflexões sobre a finitude desses recursos e a urgência da adesão de novos paradigmas de convivência com a natureza.

Texto – Eliane/CEDASB      Imagens – Equipe CEDASB

 

CARTA DA LAPA – Primeiro Encontro dos bispos da Bacia do Rio São Francisco

“Nas margens da torrente, de um lado e de outro, haverá toda espécie de árvores com frutos comestíveis, cujas folhas e frutos não se esgotarão. Essas árvores produzirão novos frutos de mês em mês, porque a água da torrente provém do santuário. Por isso, os frutos servirão de alimentos e as folhas de remédio” (Ez 47,12).

À luz do Evangelho, em comunhão com o Papa Francisco e inspirados pela carta encíclica “Laudato Sí”, nós, bispos da bacia do Rio São Francisco, representando onze das dezesseis dioceses, diante do processo de morte em que este Rio se encontra e das consequências que isto representa para a população que dele depende, assumimos de forma colegiada a defesa do Velho Chico, de seus afluentes e do povo que habita sua bacia.

Como pastores a serviço do rebanho que nos foi confiado, constatamos, com profunda dor: (a) o sumiço de inúmeras nascentes de pequenos subafluentes e, em consequência, o enfraquecimento dos afluentes que alimentam o São Francisco; (b) o aumento da demanda da água para a irrigação, indústria, consumo humano e outros usos econômicos, sem levar em conta a capacidade real dos rios de ceder água; (c) a destruição gradativa das matas ciliares expondo os rios ao assoreamento cada vez maior; (d) a decadência visual dos rios e da biodiversidade; (e) o aumento visível dos conflitos na disputa pela água em toda a região; (f) empresas sempre fazem prevalecer seus interesses e o Estado acaba por ser legitimador de um modelo predatório de desenvolvimento.

Tudo isso vem gerando a destruição lenta e cruel da biodiversidade do Velho Chico e, consequentemente, sua morte gradativa. Diante dessa triste realidade, enquanto bispos da bacia do Rio São Francisco e pastores do rebanho que nos foi confiado, propomos:

  1. Sermos uma “Igreja em Saída”: Ir ao encontro do povo e, como pastores, convocar os cristãos e as pessoas sensíveis à causa, para juntos assumirmos o grande desafio de salvar o rio da morte e garantir a vida humana, da fauna e da flora que dele dependem;
  2. Sermos uma “Igreja Missionária”: Realizar visitas às nossas comunidades, missões, peregrinações, romarias e estabelecer um diálogo aberto com as pessoas para que entendam e assumam, à luz da fé, o cuidado com a “Casa Comum”, particularmente, a defesa do nosso Rio;
  3. Sermos uma “Igreja Profética”: Elaborar subsídios educativos sobre meio-ambiente e o modo de preservá-lo. Utilizar os meios de comunicação, rádios, periódicos diocesanos para levar ao maior número de pessoas a boa nova da preservação da vida;
  4. Sermos uma “Igreja Solidária”: Reforçar as iniciativas populares de recomposição florestal, recuperação de nascentes, revitalização de afluentes; incentivar a ética da responsabilidade socioambiental capaz de gerar um modo de vida sustentável de convivência com a caatinga, o cerrado e a mata atlântica; defender políticas públicas para implementação do saneamento básico, apoio à agricultura familiar, manutenção de áreas preservadas, a exemplo dos territórios das comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores, etc.
  5. Finalmente, declaramos nossa posição em defesa do “Repouso Sabático” para os nossos biomas a fim de que possam se reconstituir. Particularmente, uma moratória para o Cerrado, por um período de dez anos. Durante esse período não seria permitido nenhum projeto que desmate mais ainda o Cerrado, a Caatinga e a Mata Atlântica, biomas que alimentam o Rio São Francisco e dele também se alimentam.
  6. Nesse sentido chamamos as autoridades federais, os governadores, prefeitos, deputados, senadores, o Ministério Público, para que assumam sua responsabilidade constitucional na defesa do Velho Chico e do seu povo.

Que São Francisco, padroeiro da Ecologia e do Rio que traz o seu nome, nos inspire a cuidar da Criação. Que o Bom Jesus da Lapa, de cujo Santuário provém a água da torrente, abençoe e dê vida ao nosso Velho Chico e ao povo do qual ele é pai e mãe.

Bom Jesus da Lapa, 1º Domingo do Advento de 2017.

Bispos Participantes:

Dom José Moreira da Silva – Bispo de Januária (MG) Dom José Roberto Silva Carvalho – Bispo de Caetité (BA)

Dom João Santos Cardoso – Bispo de Bom Jesus da Lapa (BA) Dom Josafá Menezes da Silva – Bispo de Barreiras (BA)

Dom Luiz Flávio Cappio, OFM – Bispo de Barra (BA) Dom Tommaso Cascianelli, CP – Bispo de Irecê (BA)

Dom Carlos Alberto Breis Pereira, OFM – Bispo de Juazeiro (BA) Monsenhor Malan Carvalho – Administrador Diocesano de Petrolina (PE) Dom Gabriele Marchesi – Bispo de Floresta (PE)

Dom Guido Zendron – Bispo de Paulo Afonso (BA)

Monsenhor Vitor Agnaldo de Menezes – Bispo eleito de Própria (SE)

ATER Bahiater do CEDASB entrega DAP’s a agricultores/as acompanhados/as pela Assistência Técnica

No último dia 24 de novembro 2017, a equipe de Assistência Técnica e Extensão Rural do CEDASB juntamente com o Coordenador do Bahiater, Roque Guimarães estiveram na comunidade de Olho D’Água da Serra no município de Vitória da Conquista para realizar a entrega de DAP’s aos agricultores e agricultoras acompanhadas pela assistência técnica na comunidade. Essa ação foi resultado da renovação de 42 DAPs feitas pelo Bahiater em parceria com o CEDASB. Na ocasião, o coordenador do Bahiater Roque ressaltou a importância dos agricultores manterem a DAP atualizada a fim de garantir acesso às políticas públicas como o PRONAF, o Garantia Safra e a Assistência técnica. Ressaltou também, a importância da assistência técnica oferecida pelo CEDASB, por meio da chamada pública do Governo do estado, que tem apresentado resultados significativos para as comunidades.

O presidente da Associação da comunidade, Adelmário Ribeiro falou da satisfação em receber a visita do coordenador do Bahiater na comunidade, enfatizou a necessidade da continuidade da assistência técnica e relatou que, a assistência técnica que tem sido oferecida pelo CEDASB tem correspondido às expectativas da comunidade, bem como, facilitado o acesso às informações tanto para a melhoria na produção de forma agroecológica, como para o acesso às demais políticas públicas direcionadas aos agricultores.

Para o Técnico em Agropecuária Terêncio Rodrigues e o Engenheiro Agrônomo Washington Moreira, que fazem o acompanhamento das famílias na região, a parceria entre o CEDASB e o Bahiater na renovação e emissão de DAP’s tem fortalecido o trabalho do ATER e viabilizado o acesso dos agricultores às políticas públicas destinadas à agricultura familiar. Para eles, a parceria tem também contribuído para desburocratizar o acesso a DAP, contribuindo com o trabalho da assistência técnica e para facilitando a vida dos agricultores.

Texto e imagens: Equipe de ATER do CEDASB

PROJETO CISTERNAS NAS ESCOLAS REALIZA OFICINAS EM EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO NO MUNICÍPIO DE PLANALTO/BA

A inclusão de Planalto no Projeto Cisternas nas Escolas nos rendeu grande alegria. Cinco escolas do campo desse município pode se beneficiar com a tecnologia social – a cisterna, e todas as ações a ela agregadas. Dentre essas ações o curso de GRHE com as merendeiras, e a Oficina em ECSA que foi realizada com os educadores e educadoras das escolas do campo, tanto das escolas recentemente beneficiadas, como também, das escolas contempladas com o projeto piloto do Cisternas nas Escolas em 2010.

Para alguns rememorar o aprendizado construído desde 2010, e para outros, se inserir no processo de (re) significação do semiárido em que vive, a partir de uma análise crítica de construção dessa região.  Hoje, 01 de novembro de 2017, todas as cisternas encontram-se finalizadas, bem como a Oficina em ECSA com os educadores e educadoras da rede.

Agradecemos o empenho da secretária de Educação Adriana, da Secretaria das Escolas do campo nas pessoas de Matilde e Anália, e todas professoras que se dedicaram às formações. A vocês nosso carinho!!!! Continuemos na luta pela consolidação de uma educação que seja contextualizada, e que seja para a convivência com nosso lindo semiárido.

Texto – Eliane Almeida – Coordenadora do Projeto Cisternas nas Escolas

Imagens – Equipe Cisternas nas Escolas

 

Próxima página »